Autarca de Belmonte aguarda com esperança a decisão do Tribunal

Providências Cautelares, para tentar evitar o encerramento da Estação dos Correios de Belmonte, ainda sem parecer do Tribunal Administrativo e Fiscal de Castelo Branco.

Até ao final da semana passada, a Câmara de Belmonte ainda não tinha conhecimento da decisão do Tribunal Administrativo e Fiscal de Castelo Branco, acerca das duas Providências Cautelares interpostas pela Câmara e pela Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela, para tentar evitar o encerramento da Estação dos Correios de Belmonte.

António Dias Rocha reafirmou que acredita na Justiça, aguardando com esperança a decisão do Tribunal Administrativo e Fiscal de Castelo Branco “acredito na justiça e acredito que os responsáveis por julgarem e determinarem o que vai ser o futuro, tenham a atenção e a sensibilidade para o nosso Interior e para as promessas que tem havido de uma maneira geral, para os políticos e para os não políticos”.

O presidente da Câmara voltou a criticar a forma como a administração da empresa dos CTT geriu o encerramento deste serviço na vila de Belmonte “acho chocante, quando vejo os CTT a encerrar postos e tenha nas páginas dos jornais, paga anúncios a dizer que já abriu 200 e tal postos, está a fazer o quê? Aqui teve de manter ainda o de Belmonte, porque aquele que abriu, as pessoas que lá estão, que me merecem todo o respeito e consideração, não estão preparadas e nem têm sensibilidade para o trabalho do atendimento público, não é qualquer pessoa que faz o atendimento público”.