Misericórdia da Covilhã acolhe família de refugiados

A Santa Casa da Misericórdia da Covilhã vai acolher, no próximo mês, uma família de três refugiados oriundos da Babilónia.

Trata-se de um casal com um filho de nove anos de idade, que vai ser acolhido pela instituição ao abrigo de um repto lançado pela União das Misericórdias Portuguesas. O provedor da instituição refere que já não é a primeira vez que a Santa Casa da Misericórdia da Covilhã presta este tipo de auxílio humanitário, sendo que é intenção que a mulher possa prosseguir na UBI os seus estudos a nível superior “vamos receber esta família ao abrigo de uma solicitação que foi feita pela união das misericórdias. É um casal que tem um filho com nove anos de idade. A senhora é casada, estava a trabalhar mas era também aluna universitária e pediram-nos para fazer tudo o que estiver ao nosso alcance no sentido de ela poder continuar os seus estudos e na Covilhã ela tem essa possibilidade com a UBI e provavelmente esse foi um dos motivos porque escolheram vir para a nossa cidade”.

Neto Freire acrescenta que esta família vai ficar instalada numa habitação situada dentro do campus da misericórdia, fazendo parte de um grupo que está a viver na Turquia há sensivelmente três anos: “sabemos que é uma família de origem da Babilónia, que já está a viver na Turquia há três anos e que agora estão a ser recolocados noutros países para continuarem a sua vida. Esta família vai ficar instalada numa habitação que temos no campus da misericórdia, a casa está agora a ser preparada para ficar à disposição deles e tudo vamos fazer para que essa família seja bem acolhida e continue a sua vida porque essa é também a função da misericórdia”.

Esta família vai ficar instalada numa habitação no campus da misericórdia, a casa está agora a ser preparada para ficar à disposição desta família composta por três refugiados que serão acolhidos no próximo mês. A Misericórdia da Covilhã já anteriormente tinha acolhido três refugiados oriundos da Eritreia, sendo que um deles acabou por se fixar no concelho, onde desenvolve a sua actividade profissional.