69 crianças seguidas devido a um enquadramento de violência doméstica

O número de processos acompanhados pela Comissão de Protecção de Crianças e Jovens (CPCJ) da Covilhã aumentou, com 117 novas situações no ano passado e um total global de 231 casos.

A grande maioria das situações está relacionada com crianças que vivem em agregados onde há registo de violência doméstica, o que obriga legalmente à sinalização dos menores. São 69 crianças e jovens que são seguidos devido a um enquadramento de violência doméstica ou exposição a comportamentos que possam comprometer o seu bem-estar e desenvolvimento.

Seguem-se 28 situações de negligência, seja por motivos de saúde, de falta de supervisão ou ausência de acompanhamento devido. Em 19 casos o motivo são os comportamentos dos próprios jovens, que podem afectar o seu bem-estar e desenvolvimento e os pais não consigam controlar a situação. O abandono ou absentismo escolar é a razão que levou a sinalizar 17 menores.

Os dados de 2018 foram apresentados na última Assembleia Municipal da Covilhã, por Catarina Mendes, representante do órgão na comissão alargada da Comissão de Protecção de Crianças e Jovens em Risco da Covilhã. Segundo a eleita socialista, a maioria das situações, 81, são sinalizadas pelas forças de segurança, seguidas dos estabelecimentos de ensino, em 32 ocasiões.

Fonte: Jornal "Notícias da Covilhã"

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