Empresário promete esclarecer todo o processo

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O responsável da empresa de calçado "Classic Belmonte Shoes" prometeu em breve “esclarecer" todo o processo e "repor a verdade dos factos”, esclarecendo desde já que a paragem da laboração "foi uma decisão minha”.

Face às notícias e comentários que têm vindo a público nas últimas duas semanas acerca da empresa de calçado “Classic Belmonte Shoes”, o empresário António Ferreira, que se encontra em Oliveira de Azeméis, contactou esta sexta-feira a Rádio Caria, para demonstrar o seu desagrado por tudo aquilo que tem sido dito e escrito, prometendo em breve “esclarecer" todo o processo e "repôr a verdade dos factos”, esclarecendo desde já que a paragem da laboração "foi uma decisão minha”, prometendo para mais tarde outros esclarecimentos.

Também esta sexta-feira, a Câmara de Belmonte emitiu um comunicado onde afirma que “em momento algum se disponibilizou, no âmbito deste processo, a conceder qualquer tipo de apoio de índole financeiro”.

No âmbito do Regulamento Municipal de Apoio a Actividades Económicas, em vigor no concelho, a Câmara de Belmonte de modo a incentivar a fixação desta unidade fabril no território deliberou “conceder isenção temporária de IMI, isenção de pagamento de Derrama Municipal, apoio na elaboração do projecto de arquitectura do edifício da unidade fabril, disponibilização, durante o período de três anos, de habitação para acolher técnicos/quadros da empresa para prestar formação/apoio na implementação da empresa”.

Acerca da suspensão da actividade da empresa “Classic Belmonte Shoes”, a Câmara Municipal de Belmonte esclarece que “a empresa de calçado sedeou uma unidade de produção no Parque Empresarial de Belmonte, tendo recorrido para o efeito ao apoio de fundos comunitários. Esta empresa chegou a empregar 35 trabalhadores e à data ainda mantém vínculo laboral com 20 trabalhadores”.

No seguimento de atrasos de pagamento dos salários aos trabalhadores, a Câmara acrescenta que a administração da empresa entregou documentação no dia 17 deste mês, “tendente à suspensão de contrato de trabalho de todos os trabalhadores, abrindo-lhes a possibilidade de, a título provisório, recorrerem ao subsídio de desemprego”.

A Câmara de Belmonte considera que se posicionou adequadamente, junto das entidades que detém intervenção neste processo, desde o início deste período mais conturbado da vida desta empresa, tendo já participado numa primeira reunião com a administração da empresa, nas instalações do IAPMEI de Coimbra.

A Câmara continuará “a sua forte aposta na dinamização e procura de empresas/investimentos para o território, reconhecendo que se trata do meio mais efectivo, que tem à sua disposição, para a criação de postos de trabalho e consequente fixação de população no concelho”

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