"Fronteira" em Castelo Branco

O Festival Literário de Castelo Branco arranca amanhã, com a missão de "encontrar caminhos para a lucidez numa era de extremos".

A quinta edição do Fronteira — Festival Literário de Castelo Branco irá debater "os perigos da era de extremos e da pós-verdade: cabe a autores e pensadores como Álvaro Laborinho Lúcio, Fernando Pinto do Amaral, Jaime Rocha, Kalaf Epalanga, Maria João Lopo de Carvalho, Miguel Miranda ou Rui Cardoso Martins o papel de iluminar novos caminhos num tempo em que a realidade não para de superar a ficção".

Que mundo esperar "quando os principais líderes parecem querer desprezar o passado e o futuro? Poderá a literatura competir com as narrativas hegemónicas da pós-verdade? Escrever para o público, cada vez mais voraz de novidades e julgamentos na hora, é abraçar uma ditadura irracional? Estas são algumas das perguntas a que o Festival Literário de Castelo Branco tentará dar resposta".

Da programação do Fronteira 2017 fazem parte mesas de debate, apresentações e entrevistas de vida, visitas às escolas do concelho e um workshop de ilustração. Destaque ainda para a sessão «Do pó do palco à poeira cibernética», com a participação de Lídia Franco e Vítor de Sousa. Juntos partilharam projectos, personagens e protagonismo, nomeadamente na televisão. Quais são as suas memórias mais gratas? E o que podemos esperar da Cultura, do Teatro e da Poesia na era do digital?
 
Entre os dias 29 de Março e 01 de Abril, o Festival Literário de Castelo Branco regressa "para discutir o futuro e a esperança, o papel do público e o dos líderes, a forma como vamos relacionar-nos em sociedade daqui em diante, fazendo pontes com a literatura".

Convento Belmonte

Convento de Belmonte

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